Pós-covid: Brasileiros desejam viajar de forma mais sustentável no futuro

Apesar de ser uma tendência pré-covid, a sustentabilidade ganhou ainda mais força, durante a pandemia, já que as pessoas passaram a refletir mais sobre os impactos de suas ações no meio ambiente. Um levantamento feito pela Booking.com mostra que também é esperada uma conscientização maior sobre a sustentabilidade atrelada às viagens.

O estudo revelou que, sete em cada dez viajantes brasileiros querem viajar de forma mais sustentável no futuro, ocupando a 2ª posição entre as 28 nacionalidades que estão mais conscientes, atrás apenas dos colombianos. Em terceiro lugar ficou a Índia, seguida da Tailândia e China.

O mesmo pensamento consciente se aplica à esperança de que mais opções sustentáveis sejam oferecidas pela indústria do turismo. Os colombianos estão em primeiro lugar (86%), empatados com os tailandeses, entre as nacionalidades que mais esperam iniciativas desse tipo. Os brasileiros aparecem logo em seguida no ranking, com 84%, seguidos pelos vietnamitas (81%), mexicanos (80%) e, na 5ª posição, chineses e argentinos empatados com 79%.

Além disso, existe uma consciência dos viajantes em relação à recuperação dos destinos visitados e o desejo de que a indústria do turismo contribua para que isso aconteça. Os mexicanos e tailandeses (84%), aparecem em primeiro lugar entre as nacionalidades que mais querem que suas opções de viagens apoiem os esforços de recuperação do destino, vendo o seu dinheiro sendo retornado para a comunidade local. Os colombianos aparecem em segundo lugar nesse ranking, com 83%, e os brasileiros, na terceira posição, com 82%.

Outro aspecto identificado pela pesquisa da Booking.com é em relação à redução do consumo de água e/ou reciclagem de plástico durante as viagens. Mais da metade dos brasileiros (59%), empatados com os ingleses, consideram ter um consumo mais consciente com relação a esses itens, ocupando o 5º lugar no ranking entre as 28 nacionalidades pesquisadas.

Em primeiro lugar também aparece a Colômbia (64%), seguida da Nova Zelândia (62%), Alemanha e Espanha (ambas com 61%).

Fonte: catracalivre.com.br

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.