Os dados discutidos no 3º Congresso Nacional Unimed de Gestão de Saúde, que aconteceu nos dias 4 e 5 de abril, evidenciaram a importância dos debates sobre a proteção de dados e da segurança da informação, presentes em duas salas de discussões, com especialistas do setor.
“É inegável que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trouxe mais segurança jurídica, mas traz também um efeito colateral, que é a precificação de um ativo em milhões de reais, o que atrai a atenção dos cibercriminosos para esse tipo de informação”, destacou o gerente de Proteção e Privacidade de Dados da Unimed do Brasil, Odilon de Oliveira.
Para João Lucas Melo Brasio, uma das principais referências mundiais em cybersecurity e palestrante do Congresso, estamos em um campo de batalha constante no qual executivos de todo o mundo enxergam os ataques cibernéticos como o principal risco para os seus negócios. De acordo com o World Economic Forum (WEF), os prejuízos com o cibercrime podem chegar a US$ 8 trilhões em 2023. “Há camadas que protegem quem quer cometer atos ilícitos, pois nem tudo o que é feito na internet é visto. O anonimato e a falta de uma legislação mais específica para temas que são recentes incentivam a sensação de impunidade”, disse.
Fonte: Unimed do Brasil