Reunião de boas-vindas do grupo Embaixadores do Cuidar é realizada 

No dia 6 de fevereiro, a coordenadora de ESG, Juliana Condis, realizou, no auditório do 10º andar, a reunião de boas-vindas do grupo ‘Embaixadores do Cuidar’, com a participação de oito colaboradores. Este encontro marcou o primeiro alinhamento de 2026 com o grupo, que foi criado em dezembro de 2025, com o objetivo de fortalecer a atuação da Trupe CuradoRia no Hospital Unimed Ferj, sempre com o acompanhamento de um colaborador da cooperativa. Durante a reunião, Juliana explicou o papel dos embaixadores, destacando que sua missão é representar o cuidado, promovendo empatia e bem-estar no ambiente hospitalar. A iniciativa visa fortalecer a cultura de humanização, ampliando a visão sobre a saúde, que vai além da cura física, abrangendo o cuidado emocional e psicológico dos pacientes. 

“Nossa expectativa com o projeto é consolidá-lo como um movimento estruturado de humanização, capaz de impactar positivamente a experiência de pacientes e familiares, fortalecer o engajamento da equipe assistencial e ampliar o senso de pertencimento entre os voluntários. O grupo compreendeu esse propósito e assumiu um papel estratégico como multiplicador da cultura do cuidado, contribuindo para um ambiente hospitalar mais acolhedor, colaborativo e alinhado à nossa identidade institucional”, pontuou Juliana Condis.  

Os colaboradores receberam orientações sobre como proceder nas visitas, tanto com a equipe do hospital quanto com os pacientes e com os palhaços da trupe. Foram abordados temas como a autonomia dos embaixadores, a observância das normas de segurança e as orientações sobre fotos e gravações nas dependências do hospital. O grupo tem como missão proporcionar momentos de alegria e apoio aos pacientes de maneira cuidadosa e respeitosa, cumprindo com todos os requisitos e protocolos estabelecidos. 

Para a analista administrativa, Rosangela Nunes, fazer parte do projeto é uma forma de agradecer e oferecer a outras famílias o que ela recebeu. “Passei um longo período do outro lado, como familiar de um paciente terminal. O silêncio no quarto do hospital é pesado, e ver um ente querido ali, é uma das maiores dores silenciosas. Lembro que meu marido, já sem respostas, tinha o olhar perdido, mas quando o músico do programa do hospital tocava a sua música favorita no violino, algo mágico acontecia: ele sorria. Aquele momento de conexão e dignidade, sem a presença da doença ou da terminalidade, aquecia meu coração. Se eu puder proporcionar, nem que seja por um momento, essa experiência a alguém, já terá valido a pena”, compartilhou.   

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