Plano nacional de vacinação contra a covid-19 é apresentado pelo governo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o presidente Jair Bolsonaro conduzem, no dia 16 de dezembro, a cerimônia para anúncio do plano nacional de imunização contra a Covid-19, que prevê detalhes da campanha de vacinação quando as vacinas forem aprovadas para uso no Brasil. De acordo com a pasta, “todos os estados serão tratados igualmente, com vacinas autorizadas e registradas”.

O evento ocorreu no Palácio do Planalto e foi transmitido ao vivo pela internet. “Vivemos momentos difíceis, mas depois da tempestade vem a bonança”, disse o presidente em seu discurso, que reforçou o trabalho da Agência Nacional de Vigiância Sanitária pela segurança da vacina.

Segundo o ministro Eduardo Pazuello, o plano ocorrerá em quatro fases: planejamento, logística ao lado do Ministério da Defesa, excução da vacina no nível municipal e, por último, monitoramento de todo o pessoal vacinado. “A gente uando tem noção do tamanho do programa nacional de vacinação, a gente percebe quanta desinformação corre a respeito da capacidade do Brasil em conduzir uma crise”.

Ainda em resposta às críticas sobre o atraso na divulgação do plano, o ministro reforçou o tom confiante do discurso. “Pra quê essa ansiedade, essa angúsita? Nós somos referência em saúde na América Latina e estamos trabalhando”, disse. Até o momento, oito vacinas passam por testes por negociações com o Brasil. De acordo com o plano, os principais critérios para a adesão de uma vacina na imunização nacional são segurança, eficácia e custo-benefício do imunizante.

Na apresentação oficial, que pode ser vista pelo link https://youtu.be/P3TZLJULrDg, o governo cita o consórcio Covax, a vacina AstraZeneca/Oxford, Pfizer, BioioiNTech, Moderna, Janssen e a CoronaVac, desenvolvida pela chinesa Sinovac e produzida pelo Insituto Butantan no Brasil. Em outubro deste ano, a CoronaVac foi tema de desentendimentos entre o Ministério da Saúde – que sinalizou a compra do imunizante – e o presidente, que alegava uma “falta de confiabilidade da vacina”.

Fonte: odia.ig.com.br

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