Pesquisa aponta que quase 78% dos usuários consideram a informação online enganosa, mas ainda a utilizam para decisões cruciais
Não tem certeza de qual inseto te picou ou o que causou aquela erupção cutânea? Muitos americanos usam hashtags para compartilhar suas dúvidas e recorrem às redes sociais em busca de informações sobre saúde, seja para pesquisar sintomas, buscar um diagnóstico ou aprender sobre um tratamento.
Mais de 1 em cada 5 adultos nos Estados Unidos que usam mídias sociais relataram tomar decisões sobre saúde com base em informações encontradas nessas plataformas, de acordo com um estudo publicado em 30 de junho no periódico JAMA (Journal of the American Medical Association).
Como as pessoas devem usar as redes sociais para aprender sobre sua saúde? Quais são as maiores armadilhas? E como as pessoas devem encarar a inteligência artificial, que está cada vez mais influenciando as informações que veem online?
Para ajudar a responder a essas perguntas, conversei com a Dra. Leana Wen, especialista em bem-estar da CNN, médica de emergência e professora associada clínica da Universidade George Washington. Ela já atuou como comissária de saúde de Baltimore.
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Fonte: CNN Brasil.